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TEMOS QUE FALAR SOBRE THIRTEEN REASONS WHY


    Quando vemos um livro com uma temática Infanto Juvenil o que pensamos? Magos, poderes e aventuras fantásticas, semideuses que curtem Led Zepellin, viajantes do tempo ou simplesmente a garota que quer namorar o rapaz mais cobiçado da escola e faz de tudo para conseguir esse objetivo?
 Certamente dentre várias opções, duvido que uma delas seria sobre uma garota que passou por tantos problemas a ponto da personagem entrar em um estado de depressão tão profundo a ponto de achar que a única opção viável para ela é o suicídio.
    Creio que por fugir desta temática mais imaginária, e abordar mais a verdadeira realidade de um adolescente nos dias de hoje os "13 porquês" (thirteen reasons why) que, foi lançado em 2007, atualmente ganhou uma notoriedade tão grande, graças aos problemas relacionados a bullying, hoje em dia que chegou ao ponto de ganhar uma própria série abordando os motivos da adolescente Hannah tirar a sua própria vida.
    Infelizmente ainda não li o livro que foi escrito por Jay Asher e publicado no Brasil pela Editora Ática. Porém, eu já tenho ele na minha coleção, e irei lê-lo em breve. Por isso ficarei apenas focado na série, pois, pelo que sei existem algumas diferenças, mas como não sei quais são, é melhor não tentar falar do livro para não falar besteira.
 

    A série aborda a história de vida de Hannah Baker, uma adolescente americana normal que vai para escola, trabalha meio período no cinema e se muda para um novo bairro, fazendo com que ela tenha que mudar de escola e é nessa nova escola que seus problemas começam.
   A partir do novo recomeço em sua vida, Hannah começa a passar por problemas comuns para muitas pessoas em sua adolescência, como bullying, pessoas aproveitadoras, pessoas invejosas, problemas com os pais e dai em diante as coisas só pioram, fazendo com que Hannah aos poucos passe de um estado emocional de tristeza para depressão, até que, por fim tire a sua própria vida.        
    Antes de se suicidar ela grava em fitas os treze motivos que levaram ela a tirar a sua própria vida para que fossem entregues aos responsáveis por tê-la influenciado a fazer isso. E quando suas fitas caem nas mãos de Clay Jensen através de seu amigo Tony, ele descobre que também tem o seu nome citado em uma das gravações feitas por Hannah. Assim através de Clay, a história dos seus treze motivos para Hannah tirar a sua própria vida começam a serem revelados.
    Quando Clay Jensen começa a ouvir suas fitas, e começa a entender seu ponto de vista, ele começa a se questionar sobre o que poderia ter sido feito para evitar que Hannah cometesse suicídio, e é a partir deste momento que você também começa a se perguntar isso.
Enquanto isso ele tem que lidar com os seus próprios demônios, afinal, Clay também não é a pessoa mais querida da escola, e também tem seus próprios problemas psicológicos (tem até um certo momento que é citado que ele chegou a tomar remédios para seus problemas). E, quando ele recebe as fitas de Hannah vemos que seu mundo também começa a desabar de vez, pois enquanto ouve as fitas de Hannah, Clay não consegue simplesmente deixar de lado tudo o fizeram com ela e começa a confrontar os outros personagens que também são citados nas fitas Hannah como catalisadores para o seu suicídio, perguntando o motivo de terem feito o que fizeram com Hannah e é ai que vemos que enquanto alguns personagens entendem o que fizeram e estão chateados, alguns que sabem o que fizeram e não estão nem ai, e aqueles que não imaginaram o que fizeram seria algo tão grave a ponto de servir de catalisador para o suicídio de Hannah. E isso também nos faz pensar sobre como devemos falar ou agir com as pessoas, pois, muitas vezes algo que consideramos uma bobagem, nas cabeça de outra pessoa pode significar algo bem maior.


    Um dos motivos que eu diria que vale a pena dar uma chance para a série, certamente é sobre o assunto tratado, que é bullying, como dito anteriormente, porém ele não é o tipo "tradicional" de bullying e que aparece muito em séries adolescentes que muitos de nós conhecemos, que, consiste em xingar, bater e humilhar e alcança outros patamares bem mais sombrios, tão sombrios que você realmente chega a pensar se existe algum limite para a maldade humana. Além disso ele também aborda muitos outros temas que estão presentes no cotidiano não só dos adolescentes, mas também de muitos adultos, como alcoolismo, uso de drogas, adolescentes com acesso a armas de fogo, culpa por ter feito ou ter deixado de fazer algo, assédio sexual, invasão de privacidade e até mesmo homossexualismo na adolescência. Alguns são abordados de uma forma sútil, outros não! Eles são praticamente jogados na sua cara, para que você possa entender a real gravidade do problema.
   Ver o que acontece com Hannah Baker no decorrer dos episódios também faz com que você veja que a depressão não é simplesmente "frescura" ou "falta de Deus no coração" mas sim que ele é um problema grave em nossa sociedade atual e que a pessoa precisa de ajuda, sim! E que suicídio não é apenas uma forma de alguém querer chamar a atenção porque quer que o mundo gire ao seu redor, muito pelo contrário.
    Para quem não assistiu ou começou a assistir agora no princípio não tem como você se questionar e achar que boa parte dos motivos de Hannah se matarem podem até ser considerados "banais". Muitos vão dizer, "Ah eu já fui xingado, já apanhei e bla bla bla na escola e nunca quis me matar" ou "os jovens de hoje são muito frescos e bla bla bla" porém o que realmente precisamos fazer é entender que os jovens de hoje não são os jovens dos anos 90/80 ou 70, que vivemos uma realidade e eles hoje vivem outra completamente diferente, e, quando paramos para refletir sobre a história da Hannah Baker, podemos entender que as vezes ser xingado, excluído ou apanhar de alguém na escola não é nem de perto a pior coisa que pode acontecer na vida de um adolescente que nasceu nos anos 2000.
   A série começa mostrando isso através de algumas situações cotidianas consideradas bobas por muitos, como desfazer uma amizade, ser taxado de uma coisa que você não é por causa de brincadeiras maldosas e até mesmo a falta de atenção ou de um elogio. Para alguns é assim e, que a vida segue, mas, para certas pessoas perder um amigo porque ele perdeu o interesse de andar com você  ou por ter achado amigos melhores, ou até mesmo não receber um elogio de alguém pode ser sim o fim do mundo para alguém que se encontra no mesmo estado emocional da Hannah Baker.
    Conforme os episódios vão passando, vemos que o buraco pode e vai ficar sim ainda mais fundo, pois o bullying começa a sair do ambiente escolar e começa a invadir sua vida pessoal e a sua casa e por fim a sua intimidade.
   Ver uma série abordar isso de uma forma tão verdadeira realmente faz com que você abra os olhos e talvez até comece a enxergar as coisas por um ângulo diferente e quando digo isso, eu incluo ambos os lados da história, o agressor e o agredido.
   Um ponto bastante interessante na série que pode ser utilizado de exemplo para o que eu disse acima é que ela não mostra apenas o ponto de vista da pessoa agredida, mas também do agressor como é o caso de Justin Foley, que é um dos catalisadores da morte de Hannah. Geralmente sempre vemos o agressor como o cara errado, malvado que faz isso sem motivo nenhum, mas através da série, podemos ver o lado diferente do agressor. Já parou para pensar o que acontece na vida dele fora da escola? Já pensou como é sua relação com a sua família ou o que ele passa em casa ou que tipo de abusos ele tem que lidar fora do ambiente escolar? Já parou para pensar que ele faz o bullying que ele pratica com os outros seja apenas o reflexo do que ele sofre dentro casa? ou talvez apenas uma válvula de escape de alguém que realmente tem problemas muito maiores que outras pessoas, mas não sabe como lidar com isso? Bem, isso também é tratado durante seus treze episódios, e isso realmente te faz pensar, pois, nunca vemos o que acontece na vida do agressor, nos apenas os julgamos, mas nunca paramos para ouvi-lo, e isso é uma das sacadas mais interessantes da série.


    Também temos sua namorada uma garota chamada Jessica Davis que ao longo da série se torna viciada em bebidas alcoólicas primeiro para poder ser considerada descolada nas festas e depois para esquecer os seus problemas e através disso seu vício vai se tornando cada vez maior a ponto dela esconder no seu várias garrafas de bebidas cheias para poder simplesmente deixar de pensar em seus problemas, nas suas brigas com o seu namorado. No decorrer da série vemos como seu vício em bebidas a levou a uma das piores situações que uma mulher pode passar em toda a sua vida, que é ser abusada sexualmente por um de seus "amigos" enquanto estava bêbada.
     Outra coisa preocupante que é abordado no seriado e que acontece muito é outro tipo de depressão que também surge através do bullying, mas um tipo de depressão mais destrutiva, como é o caso de Tyler Down que constantemente sofre bullying dos atletas da escola e é rejeitado pelos outros por ser considerado enxerido, fazendo com que o seu ódio começa a se tornar destrutivo a ponto dele começar a comprar armas e munições ilegais e esconder dentro de sua casa. Para que ele vai usar isso? Certamente não vai ser para algo bom.



    Provavelmente você que não assistiu a série, e, está lendo esta postagem vai se perguntar: E onde estão os pais deles? Sim, a série também aborda sobre isso  nos relatos de Hannah. Muitos pais as vezes estão preocupados com outros problemas
como trabalho e pagar as contas ou assistir televisão que não notam algumas mudanças no comportamento de seus filhos, e em muitos casos os próprios filhos tentam não mostrar seu estado emocional para os pais, como pode ser visto com Hannah, independente do estado emocional dela, ela sempre fingia estar bem na frente deles e nunca tentou se abrir com eles, por medo ou talvez por vergonha de se abrir com seus pais, pois, afinal, que adolescente tem coragem de se abrir e contar os seus problemas para os seus pais? E os poucos que conseguem fazer isso muitas vezes acabam com respostas rasas como "isso é só uma fase" ou até "você precisa ir para a igreja" posso dizer isso por experiência própria (não que eu seja depressivo ou suicida, mas já tive meus momentos de tristeza e angústia como todo o ser humano que vive neste planeta)! Infelizmente isso também não é culpa dos pais, pois eles nasceram e foram educados de forma diferente dos adolescentes de hoje e muitas vezes não sabem como lidar com problemas que eles não tiveram na sua adolescência.
    O mesmo ocorre quando ela tenta pedir ajuda para um conselheiro na escola dizendo que estava cansada da vida queria acabar com tudo e ele trata Hannah como se ela  estivesse apenas falando besteiras de adolescente e passando por uma fase, tanto é que ele diz para ela simplesmente seguir a vida dela, acabando assim com a sua única chance de querer viver.


   Quando você chega ao final da série, e, por fim entende todo o ponto de vista de Hannah Baker não tem como você parar e refletir um pouco sobre todo os problemas apresentado no decorrer dos treze episódios e começar a pensar pelo ponto de vista dela. A série te faz ver pouco a pouco o que a falta de amigos, de atenção, de espaço ou até mesmo de privacidade e abusos pode fazer com uma pessoa.     Muitos acham que ela teve sim motivos para se matar e outros acham que não houve tantos motivos assim para ela se matar, e, esse sentimento que a série deixa quando você termina de assistir que a torna a tão genial, pois existe um debate sobre um assunto praticamente esquecido pela sociedade, mas que não deveria ser, afinal, são cerca de oitocentas mil pessoas que cometem suicídio por ano no mundo inteiro! Um número desses não pode simplesmente ser ignorado. E graças a série, agora podemos ter uma noção do quanto uma pessoa que resolve se matar pode estar sofrendo. Na minha opinião "Thirteen Reasons Why" é uma das poucas séries que realmente podem acrescentar algo na sua vida, independente de você hoje ser pai, mãe ou filho.
   Mesmo tendo  um ritmo digamos lento no início, no decorrer dos episódios, ela consegue te prender, fazendo com que você queira assistir o próximo episódio o mais rápido possível, eu sei por experiência própria, pois os primeiros episódios são bem lentos e demoram para serem desenvolvidos, mas quando ela pega o ritmo você provavelmente só vai conseguir parar de assistir quando a série acabar.


    Apesar de satisfatório, o final da série deixou muitas dúvidas em aberto episódios inclusive se tratando do destino de personagens como Alex Standall ou Tyler Down, que foi citado acima, fazendo com que muitos especulem (inclusive o autor dos livros) de que provavelmente poderá haver uma segunda temporada de Thirteen Reasons Why. Pessoalmente falando eu torço para que não haja uma segunda temporada, mesmo com as várias perguntas que a série deixou no final, pois, muito provavelmente uma segunda temporada apenas estragaria toda a mensagem que a primeira temporada passou. Posso até me enganar e queimar a minha língua futuramente, caso esses boatos de segunda temporada realmente acontecem, mas eu pessoalmente não me arriscaria em tentar uma segunda temporada nem mesmo como continuação e nem mesmo com um novo elenco, eu simplesmente a deixaria morrer em paz.
    Eu diria que vale a pena sim dar uma conferida na série, pois como eu disse anteriormente ela é uma das poucas séries que assisti até hoje que realmente tem o poder de acrescentar algo em sua vida e talvez até ajudá-lo a ver o mundo de uma forma diferente. E, como são apenas treze episódios, dá para fazer uma maratona em apenas um final de semana sem problemas. Em suma, é uma série que vale a pena a experiência!

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RESIDENT EVIL FUNKO POP - REVIEW DA COLEÇÃO


    Acho que não é novidade nenhuma para quem acompanha o blog, que, este ano faz sete anos que eu sou fã de carteirinha de Resident Evil desde a primeira vez que joguei Resident Evil 2 no Nintendo 64 em meados dos anos 2001. Foi paixão a primeira vista e certamente, mesmo com seus altos e baixos ela ainda é minha franquia favorita de games até hoje. 
    Quando a Funko anunciou que iria lançar uma coleção dos bonecos da franquia Resident Evil era óbvio que não iria deixar essa coleção passar em branco, ainda mais porque melhor que Resident Evil e bonecos da Funko Pops são bonecos do Resident Evil da Funko Pop!
    Demorou alguns meses desde o lançamento para conseguir completar a coleção por causa de alguns exclusivos, porém, agora que consegui completar a coleção. Mas, agora que a coleção está completa, que tal darmos uma olhada melhor em cada boneco da coleção, para você decidir se vale a pena ter todos em sua coleção ou apenas alguns específicos, hein?
    E, como dizem, primeiro as damas:

JILL VALENTINE


   Jill Valentine certamente estaria entre os lançamentos da coleção, afinal ela não só é uma das personagens mais famosas da franquia, como também é a personagem favorita da maioria dos jogadores de Resident Evil. 


   O visual da Jill nessa figura foi baseado no primeiro jogo, onde ela está vestida de policial da S.T.A.R.S. Pessoalmente falando eu gostaria mais que o visual dela fosse o do Resident Evil 3, mas não tem como negar que ela ficou linda com o visual de policial.


   Os detalhes na figura também ficaram ótimos! desde os detalhes nas bolsas, no coturno e até o relógio na mão dela, tudo ficou bonitinho! o único detalhe que realmente ficou faltando na sua roupa foi o brasão da S.T.A.R.S em sua manga. Porém, se levarmos em consideração o tamanho dela, não acho que ficaria legal esse brasão estampado ali, pois ficaria mais para um borrão do que um brasão.


    O mesmo vale para o detalhe da S.T.A.R.S em sua boina! Está tudo perfeitinho e no seu devido lugar. 


    Assim como todas as atuais personagens femininas da Funko, Jill Valentine também acompanha uma base para que ela possa ficar de pé, porém, ao contrário da maioria das personagens femininas Jill consegue ficar de pé sem ajuda da base (como pode ser visto na primeira foto). Pelo menos no meu caso não tive dificuldade alguma de deixá-la de pé.


     Jill Valentine ficou elegante, e como única mulher da coleção, certamente ela representou bem! Até mesmo a posição que a personagem está remete a posição que ela fica no jogo em algumas cutscenes ou caso você fique parado muito tempo com ela. E isso, apesar de poder parecer besteira é uma ótima sacada para os jogadores de Resident Evil.

LEON SCOTT KENNEDY


     Que mané Chris Redfield o quê! Quem manda em Resident Evil é o Leon, afinal, o cara consegue sobreviver a vários desastres zumbis sem despentear sua franja.


    Tenho que admitir que quando vi o Leon com o visual de Resident Evil 4 estranhei logo de cara, pois achei que assim como a Jill ele estaria com o seu visual clássico de policial de Raccoon City, mas depois me toquei de um detalhe crucial: Leon no Resident Evil 4 é de longe melhor que o de Resident Evil 2, isso sem contar que o Resident Evil 4 fez de longe mais sucesso que o Resident Evil 2 (e com certeza mais dinheiro também), então, pensando por esse lado, faz todo o sentido optarem pelo visual do Resident Evil 4 para o Leon.


   Assim como a Jill, o Leon também é bastante detalhado, principalmente nos detalhes da sua jaqueta! Não posso dizer que ele esteja mais detalhado que a Jill, pois, a maio parte da sua roupa é preta, enquanto a da Jill possui vários detalhezinhos de outras cores, que fazem com que seu detalhamento seja maior que a do Leon, mas, ele não fica tão atrás assim dela.


    A jaqueta do Leon realmente me impressionou muito nos seus detalhes! O mesmo pode se dizer do seu cabelo!


   A única coisa do meu Leon que realmente ficou estranho foi esse olho desnivelado (porque foi pintado errado). A primeira vista não tinha percebido, mas depois de dar uma olhada melhor dá para ver que o olho direito está pintado fora da área circular onde deveria ficar o olho. Apesar de não ser algo tão gritante assim é difícil parar de reparar nesse detalhe dele depois que você percebe que ele está lá. E novamente isso acontece por causa da falta de um controle de qualidade por parte da Funko.


     No Geral o Leon Scott Kennedy ficou muito estiloso e Badass com essa jaqueta e essa escopeta. Pessoalmente eu gostei muito mais dele do que da Jill. Foi uma boa escolha do pessoal da Funko ter optado pelo Leon para representar o personagem do sexo masculino na coleção.

LICKER


    Como eu havia dito, Resident Evil 2 foi o primeiro jogo da franquia que eu joguei, e foi esse carinha ai de cima que fez eu ter meu primeiro cagaço na franquia Resident Evil.


     O que dizer do Licker além de que ele ficou muito fofinho? Sério, a Funko conseguiu transformar um monstro horrendo e nojento e um monstrinho fofinho que lembra até um cachorrinho com a língua de fora esperando para te lamber todo, ao invés de te retalhar todo.


   Licker tem uns detalhes legais na sua espinha na parte de trás, claro que não é nada de extraordinário. e os outros detalhes não são nada demais,  pois ele não é lá tão diferente nos outros detalhes do que o Colossal Titan, por exemplo, que por final lembra muito ele no acabamento e cores.


Não tem como não se apaixonar por essa pequena monstruosidade.


     Não tem muito o que dizer do Licker. Ele bem legal e muito bonitinho, mas, no geral não é nada demais. Na minha opinião ele é o mais sem graça de todos, porém, ao mesmo tempo que ele é sem graça ele é de longe o mais bonitinho de todos, o que é estranho, diga-se de passagem.

TYRANT


    Tyrant possui duas versões, uma exclusiva da Hot Topic, que é essa que eu possuo e outra exclusiva da Target que tem como diferencial o fato de brilhar no escuro. A versão da Hot Topic é a mais comum e mais fácil de achar e mais barato (quando digo barato, quero dizer, menos caro que a versão da Target). O mais legal dele é que o Tyrant é um daqueles modelos gigantes da Funko chamado de Super Sized.


    Ao contrário do Licker que ficou bonitinho, o Tyrant ficou amedrontador e malvado. Mesmo estando na sua versão fofinha e cabeçuda, o Tyrant mostra que ainda consegue ser tão malvado quanto o Tyrant original.


    Basta olhar mais perto que dá para ver que o Tyrant não está para brincadeira. Ele também impressiona bastante nos detalhes em seu corpo e no rosto. Pessoalmente, eu curti demais os detalhes do seus dentes. 


     O corpo dele é todo cheio de veias, e os detalhes da veia destacam ainda mais o corpo dele. Isso sem contar a parte escura do corpo dele onde fica sua mão com garras que ficou cheio de detalhes que o deixam com uma aparência bem nojenta.  


Tyrant tem uma bundinha sexy, não tem?


     Comparando com a Jill podemos ver a diferença de tamanho dele para um Funko pop Normal. Ele simplesmente ficou onipotente com esse tamanho! 


    Tyrant é um dos melhores bonecos da coleção Resident Evil e muito provavelmente também é um dos melhores bonecos Super Sized da Funko Pop que eu já vi até hoje. A versão Pop dele não deixou exatamente nó ada a desejar. A minha única reclamação foi não ter comprado a versão da Target que brilha no escuro. Imagina scomo seria legal dormir no seu quarto escuro com esse monstrão brilhando! 

NEMESIS


   Já vou dizendo logo de cara que o Nemesis é de longe meu personagem favorito da franquia Resident Evil! Nada de Jill, Chris, Claire, Leon, Wesker ou Ethan (será que existem alguém no mundo que tenha o Ethan Winters como personagem favorito de Resident Evil?). Nemesis é o meu favorito da Franquia, logo seria difícil de não dizer que o boneco dele é o meu favorito da coleção! 


    Gosto tanto do Nemesis que eu até tenho DOIS bonecos dele na minha coleção. E, sim, ele é o único Pop repetido que tenho na minha coleção, caso você esteja se perguntando (isso até a Funko lançar um Pop do Tio Patinhas).


    Nemesis é o boneco mais meio termo da coleção, pois ele ficou bonitinho, mas não a ponto de ser fofinho como o Licker e ao mesmo tempo ficou assustador e ameaçador pra caramba, claro que não tão ameaçador quanto o Tyrant, mas, também não deixa a desejar.



    Os detalhes do seu rosto ficaram muito fiéis ao personagem original em si que daria até para dizer que se não fosse o cabeção ele não seria um Funko Pop. O corpo dele também é muito detalhado e aquela bazuca que ele está segurando deu o toque final ao boneco! Melhor que isso só seria se a bazuca fosse removível.  


    Eu curti muito os detalhes da cabeça dele, como os detalhes da gengiva, os dentes pontudos, olho e os grampos presos na cabeça dele.


    Seu corpo também é bem detalhado, apesar da sua cor predominante ser preta, existem vários detalhes de dobras nas roupas e outros detalhes como as presilhas das roupas que o deixam ainda mais legal.  


    Como dito no começo, o Nemesis é o meu boneco favorito da coleção, e mesmo que ele não fosse, tê-lo na coleção é algo obrigatório para os fãs de Resident Evil e de Funko Pop.
    A única coisa que me chateou com o Nemesis foi o seu tamanho. Apesar dele não ser gigante como o Tyrant ele é um pouco maior que um Pop normal, entrando na mesma escala de tamanho diferenciado, como a de outros Pops como o Cthulhu e a Fera da Bela e a Fera, que são um pouco maiores que os convencionais, mas ainda sim são vendidos como tamanho padrão. Mesmo ele sendo um pouco maior que a Jill e o leon, ainda assim o fato dele não ter o tamanho do Tyrant me chateou um pouco. Tudo bem que no jogo ele não é do tamanho do Tyrant, porém o próximo boneco também não é do tamanho do Tyrant, mas, mesmo assim ganhou uma versão gigante.

HUNTER


   Exclusivo da Gamestop, o Hunter foi de longe o mais difícil de conseguir entre todos os seis bonecos, pois, apesar de ser um lançamento o fato da sua "baixa" popularidade dele somado ao fato dele ser gigante e exclusivo da Gamestop, fazendo com que ele seja bem mais caro que os Pops convencionais fez com que poucas unidades aparecessem para venda por aqui até o presente momento desta postagem, e, as poucas que apareciam custavam mais do que o Tyrant.


    Eu estava muito curioso para tê-lo em mãos, pois, vi muitos comentários de pessoas em grupos de Funko Pop falando que o Hunter era sem graça e que não valia a pena ter ele na coleção. Por isso eu queria realmente dar uma boa olhada nele e ver se era mesmo verdade o que diziam do pobre Hunter.    Agora que eu tenho um Hunter na coleção, eu posso afirmar sem sombra de duvidas que eu discordo de todo mundo que falou mal do Hunter, porque, ele também é de longe um dos personagens mais legais da coleção.


    O Hunter também entrou para a lista de "monstros que deveriam ser nojentos e horrendos, mas, que ficaram fofinhos demais nas mãos da Funko a ponto de você querer dormir abraçado com eles". Mesmo não tendo uma expressão tão amigável como o Licker, o Hunter acaba sim sendo fofinho, mesmo que de um jeito um tanto quanto amedrontador.


    Eu achei que o Hunter é o boneco mais detalhado da coleção juntamente com o Tyrant. Na verdade até diria que ele é mais detalhado que o próprio Tyrant, especialmente por causa dos detalhes nas cores das suas escamas e garras.


    Basta dar uma olhada mais de perto no corpo dele e nas suas garras que dá para perceber como o corpo dele tem uma riqueza de detalhes na pintura e um acabamento excelente na pintura, tanto nas escamas quanto em suas garras.


   Uma das coisas que não curti muito no Hunter foi o fato dele ser um boneco montado quando foi fabricado, pois, dá para ver que seus braços e pés foram colados no corpo, diferente dos outros que já vem o modelo todo pronto. Isso deixou ele com aquelas marcas de articulações no corpo do boneco, o que é um pouco estranho quando você olha para suas mãos e pés, pois, realmente parecem ser articulados. Tudo bem que o Tyrant também tem essas marcas de articulações em seus braços, mas é de longe menos aparente que as marcas que o Hunter tem, principalmente em seus pés.


    Outra coisa que achei muito bizarro no Hunter é o tamanho do boneco. Sabemos que o Hunter é maior que um humano normal, sim, pois dá para ver isso nos jogos, mas, o seu tamanho está totalmente desproporcional ao que realmente deveria ser. Fizeram ele como um Super Sized Pop, ou seja fizeram ele do mesmo tamanho que o Tyrant!


    Se levarmos em consideração que ele está com as pernas dobradas, dá para dizer que o Hunter seria fácil muito mais alto que o Tyrant, se ele ficasse com as pernas retas! Desde quanto o Hunter é um ser tão gigante assim? Falarem que o motivo do Nemesis não ser gigante é porque ele é menor que o Tyrant, até dá para entender, mas enquanto ao Hunter? Como ele pode ser Maior que todos os outros de Resident Evil? 
   A única explicação que consigo pensar para isso é dizer que fizeram ele assim para ser um diferencial a mais, pois ele é um exclusivo da Gamestop e tudo mais. Mesmo assim, deveriam ter dado outro diferencial para ele, como brilhar no escuro ou uma caixa estilizada com sangue igual a de outros exclusivos, ou até mesmo terem escolhido o Nemesis como exclusivo da Gamestop, para que ele ganhasse uma versão Super Sized, e, não fazer um Hunter maior que os chefes principais dos jogos! Chega a ser ridículo deixar ele do lado do Nemesis, pois para quem não conhece Resident Evil é mais fácil achar que o Hunter é um dos chefes do jogo, e, que o Nemesis é só um inimigo normal, pois, levando em conta a diferença de tamanho entre eles é mesmo fácil pensar isso.


    Apesar disso, o Hunter é um dos personagens mais legais da coleção, sim! Dá para colocá-lo facilmente entre os três melhores da coleção (pelo menos na minha lista de top três ele está). Se você comprou todos os outros, menos o Hunter, porque não sabia se ele realmente valia a pena, eu digo para você, compre-o sem medo, e que, vale a pena dar uma chance a esse réptil-humanoide fofinho e tê-lo na coleção. Claro, que só vale a pena se você tiver a oportunidade de achá-lo a um preço razoavelmente pagável de Super Sized Pop e não aqueles valores absurdos de mais de 200 reais que é cobrado em alguns lugares por ele.


    Falando agora no geral a coleção inteira é bacana! Eles literalmente foram feitos de fãs para fãs pela Funko Toys. Todos os personagens estão muito bem detalhados, foram fielmente retratados na suas versões cabeçudas e a escolha de personagens para a coleção foi boa e combina com a temática "Resident Evil Anniversary" que está na caixa dos Pops, pois todos os personagens escolhidos remetem desde os nostálgicos clássicos de Playstation 1 até os jogos mais moderninhos como Resident Evil 4 de Playstation 2, abordando assim toda a era de ouro da franquia Resident Evil.   


    Se você puder ter todos na sua coleção, eu diria que sim, vale muito a pena comprar todos! Porém, caso não possa, tanto por falta de dinheiro quanto por falta de interesse de ter todos, eu diria que ao menos ter o Tyrant, Nemesis e algum dos heróis é algo obrigatório para quem gosta de Resident Evil e de Funkos Pop.
   Na minha opinião, os três melhores desta coleção foram, em primeiro lugar disparado o Nemesis, Seguido do Tyrant em segundo lugar e do Hunter ocupando o terceiro lugar. E se fosse para ter um quarto lugar, acabaria dando ele para o Licker, então, me desculpem Leon e Jill, comigo vocês dois não têm como competir com esses monstrões malvadoes e fofinhos!
  Agora só resta esperar para ver se com o tempo a Funko lançara novos bonecos da franquia, pois, creio que certamente muitos gostariam de ver versões cabeçudas do Albert Wesker, Claire Redfield, Mr. X, Regenerator, ou, até quem sabe uma certa família Baker de um certo jogo de terror que saiu no começo do ano.

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